sexta-feira, 20 de julho de 2012
O coração denunciador, Edgar Allan poe
Conto de morte e mistério com um desfecho bem ao estilo "Massacre da serra elétrica". se você gosta deste tipo de narrativa, vale a pena conferirir.
Link: http://www.4shared.com/get/dYIILPjv/Edgar_Allan_Poe_-_Contos_de_Te.html
quinta-feira, 19 de julho de 2012
A máscara da morte rubra, de Edgar Allan Poe
Quer um conto de mistério e sobrenatural? Então leia "A máscara da morte rubra". Você vai se arrepiar com o desfecho inusitado e assdombroso dessa história.
LInk: http://www.4shared.com/get/rBUi9Vu-/allan-poe-a-mascara-da-morte-r.html
A casa do juiz, de Bram Stoker
"A casa do juiz" é um excelente conto do consagrado e eterno mestre da literatura de suspense Bram Stoker. Quem já conhece um pouco da história vale a pena conferi-la na integra lendo.
"Ratos são demônio, e demônios são ratos"
"A casa do juiz" traz mistérios que quando desvendados, aterrorizam até o maior dos céticos!
Link: http://www.wuala.com/guipalmeiras6/Documentos/Bram%20Stoker?lang=pt
quinta-feira, 12 de julho de 2012
A pata do macaco, de W.W. Jacob
Para esse dia de sexta-feira 13, uma boa opção de leitura é o conto "A pata do macaco", de W.W. Jacob. É um conto de mistério e suspense, com nuances de sobrenatural e de assombração. Vocês com ceretza gostarão da leitura. Abaixo segue o link:
http://www.dihitt.com.br/barra/a-pata-do-macaco
ou
http://conselheiroacacio.wordpress.com/2008/09/24/a-pata-do-macaco-w-w-jacobs/
http://www.dihitt.com.br/barra/a-pata-do-macaco
ou
http://conselheiroacacio.wordpress.com/2008/09/24/a-pata-do-macaco-w-w-jacobs/
O gato preto, de Edgar Allan Poe
Para esse dia de sexta-feira 13, está aqui um excelente conto para ser lido "O gato preto"; escrito pelo mestre do supespense na literatura mundial Edgar Allan poe. Leiam, vocês vão curtir muito. Abaixo está o link para o conto:
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/clubedeleituras/upload/e_livros/clle000145.pdf
http://www.planonacionaldeleitura.gov.pt/clubedeleituras/upload/e_livros/clle000145.pdf
domingo, 3 de junho de 2012
A amazônia abandonada: textos para discussão
Texto 01
Em 2006, o Incra criou 97
"projetos de desenvolvimento sustentável" (PDS) em Santarém, na
região oeste do Pará, um dos Estados da Amazônia, em áreas de floresta primária
muito procuradas pelas madeireiras. Os assentamentos ocupam uma área de 2,2
milhões de hectares, e 33,7 mil famílias foram designadas para ocupá-los.
"Todos esses assentamentos foram criados nos três últimos meses do
ano passado", diz um funcionário do Incra. "Era o final do primeiro
mandato de Lula, de modo que ele tinha de realizar as metas. Foram os políticos
que se beneficiaram do sistema PDS".
Em outubro de 2006, Lula
conseguiu a reeleição.
Além dos políticos, o esquema
beneficia os colonos, que recebem terras e vendem os direitos de exploração
florestal a grandes madeireiras, as quais ganham acesso a recursos preciosos, e
o Incra, que estás perto de atingir as metas estipuladas pelo governo.
(***)
O Incra está criando
assentamentos com tamanha rapidez que não consegue fornecer a infra-estrutura
necessária aos colonos. Por isso, a agência improvisa encorajando as
associações de moradores a fecharem acordos com madeireiras, que constroem
estradas e saneamento em troca dos direitos de exploração florestal nessas
áreas.
(***)
Um assentamento chamado Santa
Clara foi criado em outra área já controlada por madeireiras. Francisco das
Chagas Dias recebeu terras no local em companhia de 26 outras famílias de
colonos depois que foram ordenados pelo Incra a sair de outro assentamento por
se recusaram a acatar as ordens da madeireira que dirigia a área. Eles
recusaram a transferência para Santa Clara, e estão de novo à espera de
assentamento em alguma outra região.
Texto 02
(***)
Muita gente fala da Amazônia como realmente um
território verde, uma conservação de oxigênio para todo o universo. Sem dúvida.
Depois os microorganismos, a fauna, a riqueza das ervas, tudo isto é verdade.
Mas é importante também para as pessoas que moram na Amazônia, com quem há uma
integração entre natureza e vida. Aqui pensamos também nas populações
indígenas, que têm conservado a Amazônia, mas que hoje foram também agredidas
pela exploração, seja de mineração, seja também de algumas explorações de
invasão das áreas dos arrozeiros, por exemplo, na área de Roraima. Tudo isto
significa que é preciso um plano global. Tem que se dar o encontro da vida para
preservá-la, para desenvolvê-la e para fazer com que a vida da Amazônia também
traga benefício para a vida da humanidade.
A
Amazônia é Brasil, mas ela é um Brasil a serviço da humanidade, porque nós
sabemos que as grandes florestas do mundo estão concentradas ainda na Amazônia
e em certas áreas da África. Daí que é importante conservar. É como uma
propriedade onde há um poço artesiano: a água está ali, mas ela vai beneficiar
a população envolvente. Assim também toda esta beleza da natureza, toda esta
força das florestas, a conservação da ecologia, ela é benéfica para nós, mas é
ocasião de serviço para toda a humanidade.
(***)
Dom Luciano Mendes de Almeida
Violência nas escolas públicas
Falta
segurança nas escolas públicas
Após o massacre na
Escola Municipal Tasso da Silveira, em Realengo, no Rio de Janeiro, voltou-se a
discutir a questão da segurança nos colégios públicos. A equipe do Diário
visitou instituições municipais e estaduais da região e a situação encontrada é
preocupante.
Em dois dias, foram
visitadas 21 escolas. Em oito delas, foi possível circular livremente; a
presença da equipe do Diário só foi notada quando as repórteres finalmente se
identificaram.
Falta de
fiscalização nos horários de entrada e saída, pouca vigilância dentro e fora
das instituições e livre acesso aos corredores foram as principais falhas
observadas.
Nos demais
colégios, as repórteres conseguiram chegar somente até as secretarias, já que
funcionários barraram o acesso.
Em São Bernardo, na
E.E. João Ramalho, foi possível caminhar calmamente sem ser notado e ainda se
misturar aos alunos durante o horário de entrada.
Na Escola Municipal
Santo Dias da Silva, em Diadema, o portão permanece fechado, mas isso não
impede que estranhos consigam passear pelos corredores que levam às salas de
aula. O funcionário da portaria indica o caminho da secretaria, mas não
acompanha a pessoa, que pode andar por onde quiser.
Em Santo André, a
segurança foi driblada em três colégios. Na E.E. Antônio Campos Gonçalves a
desatenção é tamanha a ponto de a repórter conseguir entrar na instituição sem
ser percebida, passando atrás do funcionário que deveria vigiar o portão, mas
na ocasião estava conversando.
(***)
Funcionários melhor
capacitados, policiais fixos na porta das escolas, detectores de metais. Qual a
medida mais eficiente para garantir que alunos estudem em ambiente seguro?
Para o analista
criminal e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública Guaracy Mingardi, é
necessário que o poder público trabalhe com vigilância eficiente e garanta
ronda escolar ágil para trazer a segurança de volta às escolas.
"Além disso, o
tempo de resposta da polícia em casos como o do Rio deve ser rápido",
comparou Mingardi. O especialista explica que o bairro onde o colégio está
localizado pode determinar o risco a que essas instituições estão expostas.
Quanto mais violenta a área, mas vulnerável será a escola.
Ainda segundo o
analista criminal, a presença de policiais armados na porta das escolas não é a
melhor opção. "Isso gera um ambiente opressivo. Adolescentes não gostam de
farda e, nesse caso, se criaria uma margem de conflito."
Fonte:
http://www.abseg.com.br/abseg/home/651-falta-seguranca-nas-escolas-publicas-.html
Texto II
Os
detectores
A
implantação de detectores de metal nas escolas públicas é uma discussão antiga
e polêmica. De autoria do deputado estadual Jorge Caruso (PMDB), o projeto de
lei 0325/1999 já espera há uma década para ser votado e prevê tanto a
instalação dos detectores na entrada de todos os colégios estaduais, assim como
a obrigatoriedade do uso do uniforme para os alunos e da identificação para os
professores e funcionários.
Segundo
Caruso, o projeto surgiu como forma de evitar que os estudantes levassem armas
para dentro das instituições, mas a ideia não foi bem aceita pela Secretaria de
Educação na época. "Eles entenderam que a instalação dos detectores de
metais tratava-se de medida muito radical e que não resolveria o
problema", explica. "Realmente acho que a ação não resultaria no fim
da violência, mas inibiria a ação das pessoas má intencionadas, dificultando
assim seu acesso."
Questionado
sobre se a possível implantação da lei causaria constrangimento aos alunos
assim como acontece com frequência em bancos, o deputado é categórico:
"Acho que isso não tem nada a ver. Os equipamentos se proliferaram e estão
por toda a parte. Eles podem, sim, causar constrangimento para as pessoas más
intencionadas."
Fonte:
http://www.abseg.com.br/abseg/home/651-falta-seguranca-nas-escolas-publicas-.html
Assinar:
Postagens (Atom)




